Video narration
No primeiro, entre mil novecentos e noventa e nove e dois mil e sete, ficou claro: a radioterapia aumenta o risco de estenose e de AVC. No segundo, os pesquisadores foram atrás da dose. E ela não apareceu. Em dois mil e dezoito, um estudo da Universidade Duke, com trezentos e sessenta e seis pacientes, não encontrou nenhum parâmetro de dose associado à doença carotídea. O terceiro capítulo começa em dois mil e vigte e um, na Holanda. Van Aken acompanhou setecentos e cinquenta pacientes e mostrou que o melhor preditor de AVC era o volume de carótida que recebeu pelo menos dez gray: o V-dez. Cada centímetro cúbico a mais aumentava o risco em cerca de onze por cento. Em dois mil e vinte e cinco, Duke confirmou o V-dez para estenose. Mas, para AVC, ainda não achou relação com a dose.